Três Características Subjetivas dos Materiais Artísticos na Arteterapia

Conheça as Três Características Subjetivas dos Materiais Artísticos mais comumente aplicadas na Arteterapía. Foco e Concentração, Fluidez e Maleabilidade. Descubra quais os materiais de arte acionam essas sensações dando o PLAY no vídeo abaixo.

Oficina Materiais Artísticos, sua linguagem subjetiva e terapêutica

Uma oficina com video-aulas gravadas e ao vivo que permitirá a sua jornada de descoberta das características e relações que os materiais artísticos estabelecem com o ser humano.  A partir de exercícios, teoria e vivências para que você possa compreender na prática essa linguagem única dos materiais artísticos e construa o seu mapa terapêutico a partir dessa relação.

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O que são Materiais de Transição na Arteterapia?

Neste vídeo explico a função dos materiais de transição ou intermediários na Arteterapia e a linguagem subjetiva desses Materiais de Arte que podem ajudar tanto no trabalho terapêutico quanto pedagógico.

Dê o PLAY no vídeo e conheça um pouco mais sobre esse grupo de materiais. 🙂

Oficina Materiais Artísticos, sua linguagem subjetiva e terapêutica

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A Mulher e a Criatividade

A Mulher e a Criatividade

No dia da Mulher, 08/03/18, fiz uma LIVE no Facebook e Instagram com o tema: A Mulher e a Criatividade. Escolhi o texto (ou ele me escolheu) Águas Claras: o sustento da vida criativa, da Clarissa Pinkola Estes, do livro Mulheres que Correm com os Lobos, para conversar sobre essa jornada de encontro do feminino com o potencial criativo.

E como na vida não existem coincidências, o estudo desse texto possibilitou abrir horizontes e conexões não só no meu aprendizado pessoal (auto-conhecimento) como pude ver o quanto meu trabalho de Arte Criativa está integrado com o olhar da Clarissa sobre CRIATIVIDADE.

O meu processo não se encerrou na LIVE! (troca e compartilhamento de conteúdo/reflexão), construi para mim mesma o Rio abaixo do Rio que Clarissa tanto menciona em seu texto e que junto dele constrói todo o seu fio condutor do relacionamento da Mulher Selvagem com sua Criatividade. Veja no fim deste post como foi o meu processo criativo.

Criatividade não é Solitária

“Um único ato de criação pode fazer com que uma corrente abra caminha pedra adentro.”, Clarissa Pikola Estes

A vida criativa é SIMPLES. É o SENTIR tanto AMOR por algo que tudo o que tem que ser feito é criar. Assim Clarissa explica o ato criativo. Um impulso que não pode ser controlado “é o que precisa ser feito.”Essa força criadora escorre pelo terreno de nossa psique e percorre, semelhante água claras que jorram por todos os leitos de um grande rio. Da nossa parte, basta que formemos esses leitos e caminhos. Basta que preparemos o terreno. É apenas SER e deixar que o fluxo criativo transborde por dentro de nós.

Tudo que é tocado pela energia criativa é alimentado, quem quer que entre em contato com uma pessoa criativa, é inspirado. Neste ponto, Clarissa vai de encontro a Capacidade Criadora da Mulher ; trunfo valioso do feminino. Quando a Mulher é Criativa ela se nutre internamente em todos os níveis: psóquico, espiritual, mental, emocional, econômico.

É um canal de vida que revigora, miga a sede e sacia a fome.

Na LIVE! falo sobre como podemos cuidar desse nosso Rio Criativo e quais as consequências encontradas ao não cuidarmos dele. Se você perdeu a LIVE! assista a ela, clicando no vídeo abaixo.

Meu processo criativo e vivencial: Rio Abaixo do Rio Criativo

No início do processo, eu tive uma necessidade muito de deixar fluir, por isso a ideia de derramar tinta e deixá-la percorrer, no seu curso pelo papel. Quando a imagem se formou, foquei em trabalhar criativamente em cima daquela imagem. Aceitei seu percurso, sua forma, seu início. Contemplei o contraste do azul mais escuro no papel branco.

Eu queria que a margem toda fosse semeada de cores, que já existissem ali mas não eram vistas. Por isso, joguei anilina colorida, mostrando a diversidade da criação, as múltiplas possibilidades de criar. Semeei aquele campo, nutrido pelo rio e ao jogar o álcool e ver as cores se expandindo,  senti mais forte essa nutrição, florescendo germinando. Do pó colorido, presenciei um resultado não premeditado, orgânico, sem ter uma regra ditada por mim, apenas aconteceu. As cores surgiram junto com as formas/manchas. Como se ele tivesse uma vida própria.

Senti, então, a necessidade de alargar o percurso, de cavar mais, abrir espaço para que aquela energia toda pudesse fluir. Contagiei-me por aquele azul e quis colocar tonalidades diferentes de azul até a margem ser mais clara. A minha ideia era sempre deixar como se tivesse se expandindo, do mais profundo ao mais raso. Eu tratei das águas, eu tratei do meu Rio com vida.

A partir disso, eu queria dar uma forma, eu queria contornar o que eu estava vendo. Como se somente eu pudesse ver uma beleza, sem explicar muito bem qual seria (não conseguia nomear). Eu quase parei o processo de criação. Mesmo depois de usar o pastel seco para dar mais cor nas áreas brancas. Não era suficiente para mim. Eu precisava de algo que se fixasse naquela minha composição, então eu busquei o giz de cera derretido. O fogo. A Ação.

Eu queria que tivesse uma marca. Só aquele frutacor colorido não era suficiente, por mais que eu tivesse preenchido o vazio que existisse ali, com um pouco do Pastel seco.

Após pingar o giz de cera colorido, tudo ficou claro para mim. Eu tive mais segurança de dar o contorno que ansiava, mesmo que eu não estivesse premeditando as formas desenhadas com Nanquim. Era como se elas saíssem do papel organicamente. Usei o bico de pena com nanquim, uma técnica que tinha usado há muito tempo e sempre me contagiou.

No passado, eu me sentia muito fechada em mim mesma. Não dava a fluidez que eu precisava na minha vida criativa. Não permitia me invadir por essa fluidez em meu no interior. A minha forma com o bico de pena, nessa época, poderia até ser perfeita de acordo com a técnica, mas ela não era espontânea. Era como se minhas criações do passado não pertencessem a mim. Não eram minhas. Eram meras reproduções da opressão criativa que vivia na minha juventude.

Agora, anos depois, quando eu olho para minha composição, Rio Abaixo do Rio Criativo, eu vejo que ela é minha. Ela é minha essência. Há minha essência vibrando ali. Em cada traço mancha, colorido. Vivencie a vontade de preencher tudo, de dar a forma a tudo no papel. Mas dei uma pausa. Respirei. Olhei para a minha criação e senti que eu não preciso mais contornar tudo. Existem ainda formas que  vão brotar no seu tempo.

Materiais artísticos que utilizei: anilina em pó, alcool, pastel seco, aquarela, pincel AquashBrush, Papel Canson 300gr, inta Aquarela Silk Azul, Giz de Cera derretido com vela, Bico de Pena e Nanquim Preto.

Assista no vídeo abaixo, toda essa construção que detalhei para você acima. É só dar o PLAY no vídeo!

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Principais Bloqueios Criativos encontrados em uma Oficina Criativa

“Todas as crianças são artistas. O problema é como permanecer artistas quando crescemos”.

Pablo Picasso

Vamos pegar carona nesse pensamento de Picasso para poder introduzir o assunto chave deste post: os principais bloqueios criativos encontrados em uma oficina criativa.

E para isso, é importante entendermos um pouco sobre o que é um BLOQUEIO.

Bloqueio é um entrave, uma resistência, uma obstrução, uma barreira, um impedimento. Algo que nos impede de fazer alguma coisa.

O bloqueio criativo é a barreira ou entrave que nos impede de entrar em contato com o nosso potencial criativo, em acessar a nossa criatividade.

E essas barreiras e impedimentos vamos conquistando ao longo da vida, como bem resumiu Picasso em sua frase célebre no início deste post.

Quais são os principais bloqueios que encontramos em uma Oficina Criativa?

Essas barreiras podem vir tanto dos participantes de uma Oficina quanto do próprio facilitador que inconscientemente luta com cada um deles para assim aplicar a proposta criativa com o grupo que trabalha.

Vou listar aqui os quatro maiores bloqueios que podem ser ramificados e segmentados por faixa etária (crianças, adolescentes, adultos e idosos) ou por técnicas artísticas (desenho, pintura, escultura, modelagem, material reciclável…). Mas esse papo bem específico e mais profundo detalho minuciosamente no meu treinamento online Oficina Criativa para Profissionais.

Aqui no post vou ser mais objetiva e abrangente para você entender genericamente o topo dessa cadeia de bloqueios criativos. 😉

1. Não estar costumado com a Arte ou com a brincadeira. Não ser usual no seu dia a dia

Quando uma pessoa (um participante ou facilitador) não tem o contato com o espaço criativo em sua vida, se sente mais distante deste universo. A arte ou o lúdico se tornam desconhecidos.

Em nossa educação formal vamos perdendo o contato com o lúdico conforme avançamos na grade curricular. Os espaços de criação são preenchidos pelas formalidades e disciplinas “necessárias” para o mundo adulto.

Por isso, é natural que a maioria de nós não tenha familiaridade com esse espaço critaivo, lúdico, de descontração e brincadeira. Assim, criamos barreiras para entrarmos de novo nesse ambiente e no relacionamento com a arte e com a nossa essência criativa, pois já não nos sentimos mais pertencentes nesse universo.

2. Arte ou a Criatividade são dos artistas. Pertencem ao museu, não pertencem ao meu mundo. São para quem tem habilidade.

Como disse anteriormente, com o passar dos anos vamos nos distanciando do mundo lúdico e criativo. Ele não é tão natural para nós quanto era quando éramos pequenos. Essa barreira com o lúdico cria uma crença em nós de que só quem é criativo ou saber fazer arte é artista. Sim, porque os artistas buscaram esse espaço em suas vidas. Então, vislumbramos e acreditamos em uma falsa realidade de que o mundo criativo e das artes é só deles. O nosso contato está na visitação em Museus. Nós literalmente colocamos esse lado lúdico e criativo num “aquário”, para observar e não sentir, experimentar.

3. Eu não sou criativo!

Essa é uma crença, uma barreira, que fortalece todas as outras. Acredito ser a camada mais externa dos dois bloqueios anteriores. Parece que temos receio em assumir nosso SER CRIATIVO.  É como se, ao dizermos isso, nos eximíssemos de toda responsabilidade. Jogássemos a toalha e afirmássemos a nós mesmos:

 não precisa se esforçar, pode continuar na mesmice, você não é criativo. Deixa isso para aquele seu primo ou colega que vive inventando moda por aí.

A verdade é que estamos certos. Triste, mas é. A sociedade atual não nos educa para sermos criativos, aliás, somos educados para acreditarmos que não somos criativos. Então, é natural pensarmos: Eu não sou criativo. Vou um pouquinho mais além, nas entrelinhas dessa frase para entender o medo que o SER CRIATIVO pode até invadir alguns de nós.

Ser criativo é poder fazer mudanças, é parar de reclamar para agir, é ser flexível, é ter solução mesmo quando o tempo está ruim. É viver a vida mais leve.

Por isso, é complicado, para a maioria, se assumir criativo, com certeza.

4. Cobrança e a não permissão de errar. Falso perfeccionismo.

Vivemos em um mundo com velocidade extrema e a pressão por não errar, por obter resultados. O acúmulo de conhecimentos e a alta performance e competitividade é muito interpretada por uma cobrança a não errar. Acertar de primeira, ser o primeiro e se destacar.

Com isso vem o estresse e um ciclo automático e vicioso da mente em cobranças, pré-julgamentos, senso crítico elevado e com tudo isso acúmulo de frustrações.

A carapuça do perfeccionismo nos afasta da criatividade, pois para criar é necessário cometer erros.

É errando que se cria. Se permitir a errar é ousar.

Precisamos “sair da caixa” ou “permanecer na caixa” produzindo coisas diferentes.

Entender sobre os bloqueios é compreender os condicionamentos mentais dos participantes de uma Oficina Criativa. É uma forma de poder preparar melhor o terreno dos encontros da oficina sabendo o que se passa no bastidor mental do grupo assistido.

Não excluo dessa análise os facilitadores da oficina. Acredito que somos melhores, presentes e autênticos em nosso trabalho de promoção da criatividade através da Arte quando nos autoconhecemos.

Tudo uma forma de como conseguimos prepara esse terreno para essas pessoas que já tem esse mental sobre criatividade e fazer artístico.

Por todos esses motivos estruturei no treinamento online Oficina Criativa para Profissionais manobras para driblarmos os bloqueios criativos, além de passar uma lupa minuciosa por cada um deles. 😉

Assista abaixo o vídeo  da LIVE! que fiz no Facebook na qual conversa mais um poquinho sobre Bloqueios Criativos. 😉

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Atenção Plena (mindfulness) e a Arteterapia

Atenção Plena (mindfulness) e a Arteterapia

Meu contato com a Atenção Plena (Mindfulness) vem de muitos anos, mesmo sem saber que o que me fazia sentir feliz, plena e saudável tinha um nome ou era um tipo de hábito estudado por cientistas e praticado há milênios pelos budistas.

Vivenciei (e ainda vivencio) a Atenção Plena, principalmente, na minha experiência artistíca, tanto nas artes visuais quanto na expressão corporal (dança), e no contato com a Natureza. Desde pequena, essas experiências me marcaram, criaram um registro positivo e prazeroso que me fizeram seguir o caminho das Artes e mais tarde da Arteterapia. Sempre rodeada pelo verde, claro!

Há dois anos pude nomear o que eu sentia, quando conheci cientificamente os estudos de Atenção Plena. Esse estado de presença que me fazia consciente do momento presente e que me munia de energia, permitindo que eu entrasse em contato com o meu observador interno.

Não preciso nem dizer que foi amor à primeira vista. 😉 Junto com o estudo e prática inclui técnicas poderosas no meu dia a dia: a ancoragem com a respiração, o escaneamento corporal, o saborear consciente da comida…

Foi um momento Aha!. Era esse ingrediente que precisava para unir ao meu trabalho de Arte Criativa, junto com os meus conhecimentos de Artes Visuais, Arteterapia e consciência corporal.

Mas o que é Atenção Plena (Mindfulness)?

A Atenção Plena (mindfulness) é uma forma de meditação, um estilo de vida, focado nas sensações vivenciadas no momento presente. É apenas observar os pensamentos sem julgar, criticar ou se deixar levar por eles. É aceitar a experiência presente como ela é.

Há uma década ela começou a ganhar força aqui no ocidente, mas sua origem começou com Buda há mais de 2.500 anos. 🙂

Jon Kabat-Zinn, um médico americano, criou, em 1979, o Mindfulness Based Stress Reduction program (MBSR – Programa de Redução de Estresse Baseado na Atenção Plena), um curso de oito semanas destinado a tratar uma vasta gama de problemas através do uso da atenção plena. A partir disso, vários estudos científicos originaram-secomprovando o resultado eficaz do método para o combate ao estresse, depressao, ansiedade e conquista de bem-estar de adultos e crianças entre outros inúmeros benefícios.

Em 2011, o psicólogo americano Mark Williams lançou o best-seller Atenção Plena — Como encontra a Paz em um mundo frenético ajudando ainda mais a promover o método criado por Kabat-Zin conquistando cada vez mais adeptos.

Para o budismo, Atenção Plena é a paz em si mesma. O monge zen budista Thich Nhat Hanh é o maior responsável por divulgar a prática aqui no Ocidente. Foi em um retiro promovido por ele que Kabt-Zinn criou o programa de Mindfulness.

Thich Nhat Hanh resume a Atenção Plena em “manter a consciência viva na realidade presente.”

A Atenção Plena é estar consciente sobre algo. Não estar ligado aos pensamentos que te levam para o passado ou futuro. É tornar-se consciente de tudo que ocorre dentro e fora de você: seu corpo, pensamentos, sentimentos, emoções, sons ambientes… E não é ficar consciente de tudo isso de uma só vez!

Atenção Plena na prática!

Por exemplo: ao tomar banho, em vez de se ligar aos pensamentos, preocupações ou agitação e correria , volte seu foco para a sensação da água caindo pelo seu corpo. Observe sua respiração, o ar entrando e saindo do seu corpo enquanto sente a água caindo sobre sua pele. Atente-se para essas sensações.Os pensamentos poderão querer puxar sua atenção. Deixe-os ir. Apenas observe sem dar muita atenção a eles e volte a atenção para sua respiração e da água no seu corpo.

Dei o exemplo acima do banho, mas você pode fazer esse mesmo exercício quando estiver sentado, andando, comendo… Percebendo as sensações do seu corpo e sempre tendo na respiração a sua âncora de atenção.

Quando praticamos a Atenção Plena ficamos mais conscientes do que sentimos, da nossa agitação mental, dos nossos estados positivos e negativos.

E isso é que é o X da questão!

Em vez de rejeitarmos os estados negativos ou sermos levados por eles pelo piloto automático inconsciente, podemos percebê-los e tomar decisões mais conscientes. Com o tempo sua concentração melhorará, você passará a não se julgar e criticar. Terá mais controle da sua vida. 😉

E o que tudo isso tem a ver com a Arte e a Arteterapia?

Bem, como falei no início deste post, tem tudo a ver! A Atenção Plena nos permite a liberação da autocrítica, dos julgamentos, do desenvolvimento da compaixão, de estarmos abertos a experiência do momento presente. Esses ingredientes são indispensáveis no meu trabalho de Arte Criativa, no qual o objetivo central é a conexão com a criatividade e potencial criativo.

Ao unir os princípios de Atenção Plena com técnicas artísticas e de Arteterapia consegui abrir um terreno fértil para a expressão criativa ressurgir.

Durante a atividade de Arte Criativa valorizo, sobretudo, as sensações do contato com o material artístico, com o ambiente, com os sons, percepção visual, corporal… Vou conduzindo on participante da atividade a entregar-se a essas sensações, colocando a atenção no que sente ao produzir sua Arte, se liberando dos pensamentos e concentrando-se no processo de expressão artística.

Esse método e essa condução ensino detalhadamente no meu treinamento online Oficina Criativa para Profissionais. E tenho recebido feedbacks positivos das alunas do treinamento que estão aprendendo junto comigo um novo olhar para o incentivo e desbloqueio da criatividade em crianças, adolescentes, adultos e idosos, tanto na sala de aula quanto em oficinas criativas e em atendimentos de Arteterapia. Saiba mais sobre esse meu trabalho clicando aqui.

Aqui no blog você encontra diversos exemplos de atividades de Arte Criativa que desenvolvi, como esta aqui.

No vídeo, gravado em uma LIVE! que fiz no Facebook falo mais sobre a Atenção Plena e a Arteterapia. Dê o PLAY!

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